A Rainha desperta

Não há outra possibilidade para a vida humana que o cuidado e proteção da Mãe. 
É urgente relembrar a Fonte e fazer o caminho inverso - não o caminho da evolução mas o caminho da Memória. Não do crescente dimensional, mas da volta ao Ponto 0 dimensão. É neste Ponto primordial, sem forma, sem espaço, sem tempo e sem dimensão que todas as possibilidades acontecem, que tudo se regenera, que a vida livre e criativa acontece e que nos relembramos quem somos.
Naturalmente, este despertar da memória acarreta responsabilidade pessoal e toca em cadeia as pessoas que nos são próximas, devolve os nossos instintos primordiais à muito perdidos e diluídos numa sociedade psicopata, castradora e controladora.
Haverá sempre pessoas dispostas a seguir o facilitismo social e a prostituição do seu espírito (por adormecido estar) e a criar uma ordem que é amorosamente disfarçada de evolução e facilidade, saúde e bem-estar e que corrompe as nossas células por invasão. A estes, boa sorte!
Mas aos que buscam cumprir com a Vida - sejamos fortes, resilientes e presentes mantendo a direcção no foco único de um caminho sem volta, onde a amorosidade equilibrada e justa é rainha desperta.


Joana Zilhão 

Texto original e único - todos os direitos reservados. 

Com ciência!

A consciência humana encontra-se cada vez mais vulnerável e desprotegida.

É alvo de ataque permanente e nem se apercebe do terror que a manipula.

Acorda apressada num "tempo" imposto, e cultua o relógio do mago negro no seu pulso direito.

Ouve histórias na rádio e televisão e sem questionar, elevando um qualquer conhecido filantropo à sua própria execução. 

Entretanto, vive para pagar contas de um sistema que se impôs surrateiramente à frente de seus olhos. Mas qual cego, não viu nem vê. 

Trabalha para dar lucro a quem o rouba sem dó nem piedade, e que ainda goza de todas as "virtudes" para se reformar trilionário. 

A consciência humana foi assaltada por imposições travestidas de políticas, máscaras e leis. Invadida na sua originalidade e transformada numa realidade paralela sem instinto nem verdade.

O pensamento crítico que sempre foi único, singular, individual e criativo, transformou-se na homogeneidade colectiva com os influenciadores/ditadores que conduzem as massas, chicoteados por engenharia social, à sua extinção prematura.

A consciência humana está por um fio....tal qual um recém-nascido que sem o peito da sua mãe sucumbe entristecido.



Joana Zilhão 

Texto original e único - todos os direitos reservados.